Essa foi a matéria do CQC que foi ao ar no dia 29/06/09, sobre a greve da USP.
O intrigante nessa matéria, além do que estará documentado na próxima edição do jornal, é o pobre Marcelo Tas, formado em Engenharia Civil na Poli, ainda tentou salvar os colegas. Vejam que ele ainda tentou esclarecer para o Rafinha Bastos a lógica da greve, e ao tentar comentar sobre o estudante entrevistado, foi abruptamente cortado pelo Marco Luque.
Essa matéria me lembrou mais do Pânico e o “Momento Amy Winehouse” do que o humor inteligentíssimo (com o perdão de José Dias) do o CQC costuma ter.
Não consigo entender essa de “humor inteligentíssimo” do cqc… pra mim parece muito mais um purismo elitista do algo palpável…
As piadas do cqc são ácidas e inteligentes eu concordo, mas looooooooooonge d serem engraçadas… as coisas q são engraçadas são as tiradinhas q os repórteres fazem d vez em qd… q isso se assemelha muito ao pânico…
Se o objetivo é fazer uma crítica, acho o pânico muito mais eficaz, já q ele joga na cara da sociedade tudo q ela se recusa a ver: a “bibinha de uberada” q agora é rica e fica esnobando os pobres, o anti-herói zina-macunaíma, a musa da beleza interior q destrói a estética “gisele budchën”… isso é crítica, na minha opinião!
Ficar fazendo piadinhas intelectuais distancia do humor…. qd eu vejo as reportagens do cqc eu penso: “ah eles vão ficar fazendo o entrevistado ficar sem graça, ok…”… raramente dou risadas como cqc e raramente vejo os outros dando risada tb, o máximo q eu vejo são aquelas risadas tipo: “ok, estou rindo pra não perder a amizade”…
Acho q falta uma reflexão a respeito desse “humor inteligentíssimo” do cqc…
RONALDO…